por Caio Coletti É preciso que uma coisa fique bem clara: não acredite nas críticas por aí que vendem No Limite do Amanhã como uma tentativa sem sal de fazer ficção científica distópica, o gênero da moda, com um twist temporal de trama. Se há algo que o novo filme de Doug Liman (A Identidade Bourne, Jumper, Sr. e Sra. Smith) faz é entreter, e o roteiro baseado na novela do japonês Hiroshi Sakurazaka sem dúvida tira o melhor proveito do tal “twist...