Review: Dirty Computer (álbum e filme)

Janelle Monáe cria a obra de arte do ano com um álbum visual espetacular - e que desafia descrições.

30 de jun. de 2015

Diário de filmes do mês: Junho/2015

por Caio Coletti Nem todos os filmes merecem (ou pedem) uma análise complexa como a que fazemos com alguns dos lançamentos mais “quentes” ou filmes que descobrimos e nos surpreendem positivamente. Particularmente, eu não me dou a escrever críticas grandes de filmes que considero ruins ou irrelevantes, porque não vejo sentido em remoer demais os erros de uma produção cinematográfica. É levando em consideração a função da crítica e da resenha como...

29 de jun. de 2015

Nossos 12 personagens LGBT favoritos da TV e porque eles merecem destaque

por Caio Coletti Séries de TV não são só a maior mania do momento: são também um indicador impressionantemente preciso (se você conseguir lê-lo corretamente) do ambiente cultural da nossa época. É a mídia mais massivamente acessível tanto aqui quanto nos EUA, e as redes sociais (e o Netflix) só fazem aumentar ainda mais esse alcance e a quantidade de discussões sobre as obras de ficção produzidas na TV. Bacana notar, portanto, que os personagens...

24 de jun. de 2015

Review: O terror de “O Congresso Futurista” está na vitória do individualismo

por Caio Coletti Alguns dos melhores dramas tem em comum a característica de encontrar na rotina humana um elemento natural e extrapolá-lo de uma forma que não ultrapasse o realismo, mas cause no espectador uma sensação de agouro, de profundo desapontamento com a natureza humana. Em outras palavras, alguns dos melhores dramas do cinema são, na verdade, terrivelmente assustadores – veja o diabólico O Abutre, por exemplo, um thriller de diálogos...

21 de jun. de 2015

Review: Uma lição de empatia com “Sense8”

por Caio Coletti Quando os irmãos Wachowski apareceram nos cinemas com O Destino de Júpiter, no comecinho desse ano, a impressão era que Hollywood havia ficado pequena demais para as mentes criativas de Andy e Lana, a dupla nativa de Chicago que havia conseguido fama depois do sucesso sem precedentes de Matrix, em 1999. Acomodada no template hollywoodiano de construção de personagem e trama, a ópera especial dos Wachowski sofria de uma atitude...

19 de jun. de 2015

Review: “Jurassic World” não reinventa a roda, mas tem o bastante para divertir

por Caio Coletti No ano passado, mesmo com todas as latentes falhas no roteiro de seu Godzilla, o diretor Gareth Edwards fez jus ao seu status de cineasta surgido do cinema independente e distorceu o mito de um dos maiores símbolos da indústria do entretenimento (no Japão e nos EUA) em um filme que se importava com construção de personagem e suspense, preferindo sugerir ameaça, atiçar o espectador quanto a dimensão do seu monstro, do que mostrá-lo....

17 de jun. de 2015

Review: “The Honourable Woman” é uma história amarga que precisava ser contada

por Caio Coletti De todas as decisões corajosas tomadas pela SundanceTV, uma emissora de séries e minisséries prestigiadas e frequentemente polêmicas, exibir The Honourable Woman, uma produção britânica, nos EUA talvez tenha sido a mais afrontosa. A minissérie em oito partes (nove no Netflix, sabe-se lá porque) dirigida, escrita e produzida por Hugo Blick é, entre tantas outras coisas que se propõe a ser, uma condenação convicta da política externa...

14 de jun. de 2015

Review: Com “Ex Machina”, a ficção científica finalmente entende a matéria-prima da humanidade

por Caio Coletti Em certo momento de Ex Machina, ficção científica comandada por Alex Garland (Sunshine, Extermínio, Dredd), os dois protagonistas masculinos dialogam em frente a um quadro do pintor americano Jackson Pollock, conhecido pelas obras abstratas e geralmente feitas em telas gigantescas, nas quais deixava respingar tinta da forma que sua mente sentisse ser a certa no momento. Durante o diálogo, Nathan (Oscar Isaac) descreve o processo...

11 de jun. de 2015

Completando o álbum: Mais 10 ótimos “guest stars” que vimos em mais de uma série

por Caio Coletti Para os apreciadores realmente ávidos de séries de TV, algumas das categorias mais bacanas de se acompanhar nos Emmys são aquelas que premiam os atores e atrizes convidados. São quatro estatuetas que são distribuídas nesse filão, duas para homens e duas para mulheres (uma para os/as melhores em comédia, e outra para drama), e por lá passam desde os astros e estrelas de cinema que fizeram aparições especiais em títulos da televisão...