Não existe filme completamente ruim. Há tanta complexidade e detalhismo envolvidos no próprio processo de se fazer uma peça de cinema que soa quase como uma impossibilidade a existência de uma obra descartável ou repugnante em todos os aspectos. Veja Pandorum, por exemplo. Por um lado, é impossível não se ver intrigado pelo mistério que o roteiro de Travis Milloy (o ex-dublê que assumiu a posição de escritor a partir do fraco O Sorriso de Monalisa)...