Review: Dirty Computer (álbum e filme)

Janelle Monáe cria a obra de arte do ano com um álbum visual espetacular - e que desafia descrições.

Os 15 melhores álbuns de 2017

Drake, Lorde e Goldfrapp são apenas três dos artistas que chegaram arrasando na nossa lista.

Review: Me Chame Pelo Seu Nome

Luca Guadagnino cria o filme mais sensual (e importante) do ano.

Review: Lady Bird: A Hora de Voar

Mais uma obra-prima da roteirista mais talentosa da nossa década.

Review: Liga da Justiça

É verdade: o novo filme da DC seria melhor se não tivesse uma Warner (e um Joss Whedon) no caminho.

20 de set. de 2013

“TKO”, o novo single do Justin Timberlake, é a “Mirrors” do segundo 20/20 Experience

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por Caio Coletti

O segundo volume do The 20/20 Experience, projeto mais recente de Justin Timberlake, tem data marcada para sair: 30 de Setembro. Com o dia se aproximando, o moço resolveu lançar o segundo single e, assim como aconteceu na primeira “fatia” do álbum, esse segundo lançamento abandona um pouco o sabor nostálgico que domina essa era do artista e vai de encontro a uma abordagem contemporânea do pop.

Um pouco mais mirada para o hip hop que “Mirrors”, no entanto, a nova “TKO” traz Timbaland em sua melhor e mais tradicional forma, enquanto Justin mostra que ainda tem desenvoltura quando quer caminhar pelo hip hop de instrumentação pesada. O denominador comum mesmo é a duração, que bate nos 7 minutos mais uma vez.

Review: “Círculo de Fogo” e a união pelo bem maior

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A internet parece ter um novo amor. No estranho mundo dos fandoms, nunca se sabe qual será a próxima febre que dominará o Tumblr e outras redes sociais pelas semanas vindouras. Após o inusitado acolhimento da violenta Hannibal, cá se encontra outro choque: a atual cisma é nada menos que um filme sobre robôs gigantes lutando contra aliens igualmente enormes. Círculo de Fogo, dirigido pelo aclamado Guillermo del Toro, é uma homenagem a produções como Godzilla e Ultraman. Mas o que será que o longa-metragem tem de tão bom a ponto de criar uma legião de adoradores?

Diversão é a palavra-chave. Apesar das fortes emoções que envolvem os personagens, Círculo de Fogo realiza o que se propõe sem aparente esforço, agradando não só fãs de suas inspirações ou os amantes de ficção científica, mas também os sedentos por uma boa dose de entretenimento. Alienígenas surgiram de uma ruptura no fundo do Pacífico, forçando uma busca dos terráqueos por uma defesa contra os monstros. Tal mecanismo foi encontrado nos Jaegers, robôs pilotados por humanos que dividem uma conexão cerebral para lutar contra os Kaijus. E no que pode ser descrito como um orgasmo de efeitos visuais, Del Toro lidera uma aventura inesquecível.

O inteligente roteiro, parceria de Travis Beacham e Guillermo, sabe bem o que faz. O ritmo, que oscila entre ação e emoção, consegue prender o espectador quase que imediatamente, mostrando a que veio logo nos primeiros segundos. E é impossível não se importar com os personagens da trama, mesmo que alguns não tenham tanto destaque. Também é necessário apontar que a história não gira em torno de um país magnânimo que soluciona todos os problemas sem precisar de ninguém; precisamente o contrário, sendo que a própria tecnologia Jaeger não foi criação norte-americana. É lindo de ver, de forma literal. Todo o trabalho visual só precisa de um comentário: Oscar de fotografia e efeitos especiais, por favor.

Charlie Hunnam, estrela da ótima Sons of Anarchy (e quem assiste a série do FX sabe o quão bem o moço atua), cumpre seu papel de herói devidamente com seu grande carisma e físico. Apesar de Raleigh Beckett não exigir tanto do ator, Hunnam consegue manter-se grande de qualquer forma, sendo adorável quando necessário e chutando bundas com maestria, tanto dentro quanto fora do Jaeger. Tais características também se aplicam a indicada ao Oscar Rinko Kikuchi, intérprete da aparentemente frágil Mako Mori, cuja face jovial lhe serve como grande trunfo ao quebrar a primeira impressão que o público tem de sua personagem. Mas quem realmente rouba a cena é Idris Elba e seu Stacker Pentecost. A já imponente figura do ator parece exalar autoridade, dominando as atenções sempre que se encontra no quadro. Além disso, uma faceta não muito vista nos trabalhos de Elba se mostra nas expressões duras do Marechal, provando a versatilidade de sua atuação, que vem conquistando seu merecido espaço em grandes produções hollywoodianas. Charlie Day, Burn Gorman e Max Martini precisam ser mencionados também, visto que fazem parte de um fortíssimo elenco de apoio.

Outro destaque aqui é a belíssima trilha sonora composta por Ramin Djawadi: embora por vezes ofuscada devido à constante ação na tela, as faixas fazem seu trabalho de forma brilhante, explicitando emoções e complementando cenas de luta que definitivamente não seriam as mesmas sem o ótimo trabalho de Djawadi. Alternando o uso de guitarras para animar e vozes unindo-se à orquestra quando um ar mais sério se faz necessário, não é exagero dizer que Ramin, que assina as composições de Game of Thrones, criou uma das trilhas sonoras mais interessantes do ano. A música-tema, “Pacific Rim”, que pode ser ouvida diversas partes do longa, sintetiza toda a empolgação e badassery presentes em Círculo de Fogo. Cá fica a esperança, mais uma vez, de que a Academia reconheça seus méritos.

A moral da divertida saga comandada por Del Toro é clara: a salvação do mundo não está nas mãos de um país, e sim na união entre eles. E dando esta belíssima lição, o mexicano entrega um dos melhores filmes do ano e o que talvez seja o mais divertido de 2013. Definitivamente duas horas da sua vida que não serão desperdiçadas.

PACIFIC RIM

Círculo de Fogo (Pacific Rim, EUA, 2013)
Direção: Guillermo Del Toro
Roteiro: Travis Beacham e Guillermo Del Toro
Elenco: Charlie Hunnan, Idris Elba, Rinko Kikuchi, Charlie Day, Burn Gorman, Maz Martini, Ron Perlman
131 minutos

Samela

18 de set. de 2013

Estreia: Andy Samberg é a nova estrela da comédia em Brooklyn Nine-Nine

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ATENÇÃO: esse review contem spoilers!

Andy Samberg, californinano de 35 anos, está na ativa no mundo da comédia americana desde 1999. Como 90% dos comediantes ianques, ganhou projeção ao fazer parte do programa de sketches Saturday Night Live, no qual esteve entre 2005 e 2012. Nesse período, fez nome aparecendo como coadjuvante em comédias de cinema como Eu te Amo, Cara, Amizade Colorida e Qual é o Seu Número?. Também como a maioria dos comediantes americanos, o período pós-SNL de Andy é um pouco tenso, uma vez que só pequena parte dos egressos do programa conseguem emplacar carreira seja na televisão ou no cinema. Brooklyn Nine Nine, porém, mostra que o moço pode muito bem ser um desses poucos bem afortunados.

A comédia de Michael Schur, um dos criadores de Parks and Recreation (aqui em parceria com Daniel J. Goor, que esteve na equipe do late show de Conan O’Brien por 5 anos), mostra no piloto exibido ontem (17) na Fox que tem cartas o bastante na manga para, se quiser, entregar uma ótima primeira temporada. O quanto da comédia depende da nossa familiaridade com os personagens é uma discussão aberta, e talvez por isso nem todas as piadas funcionem tão bem quanto poderiam nesse primeiro episódio, mas o potencial está aqui, não dá para negar. É preciso entender também que a série optou por uma linguagem ágil que toma muito cuidado para não descambar para o frenesi, um equilíbrio bem arquivado pela dupla de diretores responsável por Anjos da Lei e Tá Chovendo Hamburger. É uma estretégia que limita os dividendos recolhidos nesses primeiros 20 minutos, mas pode garantir a longevidade da série se o público comprar a ideia.

Somos introduzidos aqui a uma galeria de personagens unidos por seu local de trabalho, que está sofrendo um momento de transformação: a chegada do novo Capitão Holt (Andre Braugher, em decisão de casting brilhante) mexe com a zona de conforto do detetive-estrela do precinto 99 do Brooklyn, Jake Peralta (Samberg), acostumado a um ambiente em que seu comportamento um pouco infantil é permitido. Peralta tem uma relação de amor e ódio com a Detetive Amy Santiago (Melissa Fumero, vinda direto do novelão One Life to Live), uma policial certinha com quem disputa número de prisões. Também no precinto estão o Sargento Jeffords (Terry Crews), que depois do nascimento de suas filhas quer se manter longe da ação; a durona Meghan (Stephanie Beatriz, excelente); o patético adorável Charles (Joe Lo Truglio); e a bizarra Gina (Chelsea Peretti, provavelmente a melhor coisa nesse piloto).

O pobre Terry Crews, cujo talento para comédia é mais do que provado e adorado por qualquer um familiarizado com Everybody Hates Chris, é servido com as piadas mais frias nesses primeiros 20 minutos, assim como as de Joe Lo Truglio como Charles soam um pouco requentadas. Ambos os personagens são melhores quando interagem com outros, mais especificamente Crews com Braugher e Lo Truglio com Beatriz, e isso não deixa de ser um bom sinal: significa que a série chegou ao estágio de produção com uma quantidade significativa de trabalho de personagem já desenvolvido. A ambição de Brooklyn Nine-Nine também não atrapalha, misturando uma comédia de local de trabalho com uma sátira de ação que ao mesmo tempo não despreza as regras do gênero.

Bem polida, com bons personagens e uma perspectiva de comédia interessante, a nova série de Andy Samberg (que parece pronto para entregar uma performance das mais carismáticas) tem toda a prerrogativa para ser uma das melhores comédias da temporada.

**** (4/5)

Pra quem gosta de: Reno 911!, The Office, 30 Rock, Spin City.

BROOKLYN NINE-NINE: From Emmy Award-winning writer/producers of "Parks and Recreation" and starring Emmy Award winners Andy Samberg (third from L) and Andre Braugher (C), BROOKLYN NINE-NINE is a new single-camera workplace comedy about what happens when a hotshot detective (Samberg) gets a new Captain (Braugher) with a lot to prove. The new single-camera workplace comedy BROOKLYN NINE-NINE premieres this fall on FOX. Also pictured L-R: Melissa Fumero, Terry Crews, Stephanie Beatriz, Joe Lo Truglio and Chelsea Peretti. ©2013 Fox Broadcasting Co. Cr: Beth Dubber/FOX

Próximo Brooklyn Nine-Nine: 01x02 – The Tagger (24/09)

Caio

Estreia: Sleepy Hollow, a mistura louca da temporada, funciona e é imperdível!

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ATENÇÃO: esse review contem spoilers!

Toda temporada de televisão tem uma figura carimbada: a série que mistura gêneros e fórmulas para tentar algo novo e, ao mesmo tempo, muito familiar. Os resultados são os mais diversos, desde o mais do que bem sucedido mix de procedural com ousadias narrativas e construção europeia de personagens de The Good Wife, até a infeliz combinação de gore com metalinguagem literária e referências pulp de The Following. Uma coisa garantida, no entanto, é que essas séries geralmente são capazes, em um nível maior ou menor, de “balançar o coreto” das emissoras abertas americanas e puxar as barreiras do que é aceitável para a programação das mesmas e para o público médio de televisão.

Quando essa ousadia não existe como meio e fim em si própria, o resultado costuma ser bem interessante, e Sleepy Hollow, candidata óbvia ao posto de mistura inesperada de gêneros dessa temporada, consegue prometer uma jornada no mínimo cativante no piloto veiculado na última segunda feira (16) na Fox. A série chega com marcas de qualidade certificadas pelo cinema, como vem se tornando habitual no meio televisivo: os showrunners Alex Kurtzman e Roberto Orci são queridinhos de Hollywood, tendo assinado os dois filmes da nova franquia de Star Trek e os três de Transformers, enquanto o piloto ganha a assinatura de Len Wiseman, o homem responsável pelos dois primeiros Anjos da Noite e por Duro de Matar 4.0, na direção.

O primeiro bom sinal é que esses nomes hollywoodianos fazem de fato alguma diferença para Sleepy Hollow. Orci e Kurtzman tem, como pouquíssimos roteiristas da atualidade, a habilidade de equilibrar o ritmo frenético da narrativa e a construção de personagens críveis, ainda que não tão originais. Mesmo que jogue com estereótipos, é impossível negar que a dupla sabe fazê-los funcionar, como com a Tenente Abbie Mills de Nicole Beharie (Shame). Essa não é a primeira vez que o espectador vê uma personagem torturada por um evento de seu passado, o que a faz única para entender uma situação extraordinária que foge da percepção dos companheiros de trabalho presos a uma realidade que nunca pende para o extraordinário. A performance de Beharie ajuda, mas é a forma como o roteiro apresenta esse conflito, e a química entre o personagem de Mills e Ichabod Crane, que ascendem a faísca para a percepção de quem assiste. Mesmo sendo bastante ordinários no cenário televisivo, esses dois personagens são absolutamente únicos nas linhas de Orci e Kurtzman.

Já que falamos dos personagens, vamos tentar um rápido resumo da trama que não estrague muita coisa: quando uma série de misteriosos assassinatos começa a assolar a pequena cidade de Sleepy Hollow, Ichabod Crane (Tom Mison) é levantado de seu túmulo para parar seu jurado inimigo, o Cavaleiro Sem Cabeça. Acontece que na mitologia da série, o lendário conto de terror ganha tintas apocalípticas, incluindo visões que Ichabod tem de sua esposa Katrina (Katia Winter), uma bruxa condenada a fogueira 250 anos antes de o esposo ser levantado de seu sono eterno. Ela o diz que, quando o sangue de Ichabod e do Cavaleiro se misturaram no campo de batalha em que ele o decapitou, ela foi obrigada a jogar um feitiço nos dois para conter o assassino sobrenatural. Ah, e ele pode muito bem ser um dos quatro Cavaleiros do Apocalipse também, é claro. Detalhes.

É aí que vem a mistura louca de Sleepy Hollow, uma série que pelo menos por enquanto quer ser, ao mesmo tempo, um procedural policial (em certos diálogos entre Ichabod e Abbie fica implícito que o Cavaleiro não é a única ameaça que eles precisarão combater), um conto de peixe fora d’água encarnado no protagonista, que estranha o século XXI em que é despertado – algo muito bem expressado na ótima interpretação de Mison, e uma série de terror com viés sobrenatural apocalíptico. Aqui, no piloto, quem equilibra tudo isso é Len Wiseman, e o moço tem muitos recursos para fazê-lo. Além de sua linguagem dinâmica e sua mão milagrosa para as cenas de ação, o diretor empresta para a série certo senso de coesão na narrativa que faz tudo funcionar como uma engrenagem bem azeitada para nos introduzir a um mundo estranho, mas absurdamente excitante. E no final do dia, o que mais além disso é a boa televisão?

***** (4,5/5)

Pra quem gosta de: Criminal Minds, Southland, The Fall, Hemlock Grove, 666 Park Avenue, Elementary, American Horror Story.

Próximo Sleepy Hollow: 01x02 – Blood Moon (23/09)

Caio

17 de set. de 2013

Review: Under The Dome, 01x13 – Curtains (SEASON FINALE)

UNDER THE DOME

ATENÇÃO: esse review contem spoilers!

Muito da boa televisão (e do bom cinema também, mas isso é outra história) tem a ver com momentum. O termo é complicado porque não tem outro que defina tão perfeitamente esse elemento: quando uma série tem um bom momentum, a narrativa ganha uma força motora e uma garra que move o espectador a se envolver nela e eleva a maioria das cenas e diálogos a um nível superior. Quando o contexto da trama é capaz de produzir essa força motora, o desenvolvimento dela parece mais natural e, claro, mais empolgante. Depois de uma temporada cheia de altos e baixos, Under The Dome limpou o para-brisa e entregou nesse “Curtains” um finale cheio desse momentum.

Isso não significa que a série deva ser absolvida de todos os seus pecados. Pelo contrário, é preciso louvar o fato de que a equipe por trás de Under The Dome foi capaz de reconhecer esses erros e aos pocuos, nessa fase final da temporada, deixá-los se resolverem sozinhos, cuidando para não cometê-los de novo. Assim, aos poucos, de maneira bem orgânica (da única forma que poderia ser), a série vai se livrando de seus vícios e apontando para um futuro de erros aprendidos. Por boa parte dos 40 minutos de “Curtains”, tudo em Under The Dome funciona muito bem: a definição e a interação entre os personagens, a lenta escalada da tensão, a resolução e o suspense de uma mitologia que, agora sim, parece realmente conectada com o centro nervoso da série.

Após os eventos da semana passada, todos os jogadores estão em movimento: a borboleta Monarca sai de seu casulo e o mini-domo aos poucos se torna preto, o que acontece também com o domo maior, fazendo Chester’s Mill ficar no escuro; Julia e Angie, por suas vezes, libertam Barbie da delegacia após o pânico generalizado tê-la deixado vazia; Junior precisa decidir se confia em seu pai ou nas acusações disparadas por Angie, Joe, Norrie, Julia e Barbie; Linda e Big Jim descobrem a conexão das pinturas da esposa falecida desse último com todo o mistério do domo. Tudo isso converge num final que tem um money shot de dar inveja a qualquer série de baixo orçamento, mas tem também um legítimo senso de suspense e apreensão. E um cliffhanger, é claro.

Sem responder demais nem avançar de menos com a trama, Under The Dome mostra mais uma vez que está cheia de gente talentosa a guiando e produzindo (isso inclui o excelente elenco, todinho em sintonia aqui – destaque devido para Alexander Koch e Rachelle LeFevre). Era só uma questão de tempo até encontrar uma voz própria que faça os espectadores voltarem, semana após semana, para acompanhar as desventuras de Chester’s Mill.

***** (4,5/5) – nota do finale
**** (4/5) – nota da temporada

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A CBS confirmou uma segunda temporada de Under The Dome!

Caio

Naya Rivera vai lançar album (finalmente!), e já tem lyric video do single “Sorry”

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por Caio Coletti

Embora tenha assinado contrato com a Columbia Records já em 2011, Naya Rivera, que desde o começo de Glee em 2009 é provavelmente a atriz da qual os fãs mais esperam ouvir material original, está tomando seu tempo para preparar o álbum de estreia. Ainda sem nome nem data de estreia, o disco ganhou lead single algumas semanas atrás, e agora a canção, “Sorry”, ganhou lyric video.

O single é um R&B bem gostosinho que mostra a vertente musical que Naya pretende explorar com sua voz marcante. Lembrando momentos da Jennifer Lopez do começo dos anos 2000 e até o último álbum da inglesa Pixie Lott (o Young Foolish Happy), a canção conta com o participação do rapper Big Sean.